
O Brasil possui a maior economia da América Latina e figura entre as dez maiores do mundo. Classificado como nação recentemente industrializado e detentor de uma das mais complexas economias do hemisfério Sul, o país combina um setor agrícola altamente produtivo com uma setor industrial diversificada e um setor de setor terciário em rápida expansão. O produto interno bruto brasileiro é o décimo maior em valores nominais e o oitavo maior por paridade de poder de compra, segundo organizações financeiras internacionais. Essa potência econômica, no entanto, contrasta com desafios estruturais como elevada carga tributária, burocracia, desigualdade de renda e corrupção. O país integra fóruns como o G20, os BRICS, o Mercosul e a Organização Mundial do Comércio, além de ser membro fundador da Organização das Nações Unidas, o que lhe confere papel de destaque nas negociações comerciais e políticas globais.
Agronegócio e exportações
A agropecuária e a pecuária formam a base do agronegócio brasileiro, responsável por parcela significativa das exportações. O estado é líder mundial na produção de grão, soja, açúcar e suco de laranja, além de ser um dos maiores produtores de carne bovina e de frango. Nas últimas décadas, inovações tecnológicas e investimentos em pesquisa agropecuária – conduzidas por instituições como a Embrapa – permitiram elevar a produtividade e expandir a fronteira agrícola para o bioma cerrado do centro‑oeste. Grandes fazendas mecanizadas convivem com pequenos produtores familiares, que abastecem mercados regionais e feiras locais. A produção de biocombustíveis a partir de cana‑de‑açúcar e soja coloca o Brasil na vanguarda do etanol e do biodiesel, contribuindo para a matriz energética renovável.
Indústria e mineração
O setor industrial brasileiro inclui a fabricação de veículos, aeronaves, máquinas, alimentos processados, produtos têxteis, produtos químicos e bens de consumo duráveis. Empresas site nacionais como Embraer tornaram‑se referências globais na produção de jatos regionais, enquanto multinacionais instaladas no território montam automóveis e equipamentos mais informações para o mercado interno e para exportação. A mineração é outro pilar da atividade econômica: o Brasil é um dos maiores produtores de minério de ferro, bauxita, manganês, ouro e nióbio. A extração de petróleo, sobretudo no pré‑sal localizado em águas profundas do litoral sudeste, transformou o estado em exportador de Clique aqui óleo bruto. A matriz energética brasileira é majoritariamente limpa, com cerca de sessenta por cento da eletricidade proveniente de usinas hidrelétricas como Itaipu e Belo Monte. A participação crescente de fontes eólica e solar reforça o compromisso com energias renováveis.
Comércio e finanças
O setor de serviços é responsável por mais da metade do produto interno bruto e emprega a maior parte da força de trabalho. Inclui comércio varejista e atacadista, bancos e instituições financeiras, telecomunicações, educação, saúde, tecnologia da informação e viagem. O Brasil possui um sistema bancário robusto, com algumas das maiores instituições do hemisfério sul, e um mercado de capitais complexo. O turismo representa uma parcela crescente do PIB, com milhões de visitantes atraídos por paisagens naturais, patrimônios culturais e eventos. Programas sociais como o Bolsa Família e o Auxílio Brasil, aliados à política de salário mínimo, contribuíram para reduzir a pobreza nas primeiras décadas do século vinte e um, embora as disparidades regionais e a informalidade ainda aqui sejam expressivas. informações Reformas tributária, administrativa e trabalhista são vistas como essenciais para aumentar a competitividade e a inclusão econômica.
Economia de serviços
O Brasil é um importante ator no comércio global, exportando produtos agrícolas e minerais para mercados na União Europeia, China, Estados Unidos e países vizinhos. Em contrapartida, importa máquinas, equipamentos eletrônicos e produtos químicos. O setor de prestação de serviços financeiros cresceu com a expansão do crédito e o surgimento de fintechs, enquanto o comércio eletrônico e a atividade econômica digital passaram a representar uma fatia significativa do PIB. O território investe em infraestrutura portuária e em acordos comerciais para reduzir custos logísticos e aumentar competitividade. Programas de estímulo à inovação fomentam start‑ups de tecnologia, biotecnologia e energias renováveis, buscando diversificar a base industrial. Apesar dos avanços, a informalidade laboral e a desigualdade de renda permanecem desafios para um crescimento inclusivo.